Belo Horizonte reuniu, no dia 25 de agosto, mais de cem pessoas no auditório do CIEE, na Rua Célio de Castro, 79, no bairro Floresta, para o lançamento oficial da obra coletiva Capital de Autoridade: Pessoas & Negócios. Das 19h às 22h, a noite reuniu recepção, apresentação dos 20 autores e sessão de autógrafos, num formato que já revela a proposta do projeto: dar palco a quem constrói autoridade todos os dias dentro das empresas, não só a quem fala sobre isso.
Uma curadoria, não um livro de autor único
Natália Soares assina a curadoria e o prefácio da obra. Não escreveu capítulo. A escolha é deliberada e diz muito sobre como ela pensa autoridade: quem já tem 15 anos de trajetória em RH, oito anos construindo reputação de líderes no LinkedIn, seis livros publicados e um programa em Harvard Business School no currículo poderia perfeitamente ter escrito a obra sozinha. Preferiu organizar 20 vozes diferentes.
Selecionou, uma a uma, referências de diferentes regiões do país em gestão de pessoas, liderança, recrutamento, comunicação executiva, cultura organizacional, avaliação comportamental, tecnologia e carreira. Distribuiu as contribuições em cinco partes que não se sobrepõem em ângulo, uma exigência que ela levou para a mesa de curadoria desde o primeiro esboço do projeto: nenhum capítulo podia repetir o raciocínio de outro.
O resultado é um raciocínio único, montado a partir de 20 territórios de conteúdo que não competem entre si, sobre como transformar negócios através de pessoas.

Best-seller antes mesmo de subir ao palco
A noite teve motivo duplo para celebração. Antes do lançamento, Capital de Autoridade já havia alcançado o primeiro lugar no ranking geral da Amazon na categoria Negócios e Economia, posição sustentada por mais de 72 horas. No palco do CIEE, os 20 autores receberam uma placa em reconhecimento a esse feito, antes mesmo de assinarem o primeiro autógrafo da noite.
Vale o contexto para quem está de fora do mercado editorial: um ranking geral da Amazon não segmenta por nicho. Uma obra técnica, escrita por especialistas para CEOs, founders, diretores e profissionais de RH, disputando esse espaço com lançamentos de ficção e autoajuda, e vencendo por três dias seguidos, é um dado raro. Depois da cerimônia veio o momento mais pessoal da noite: abraços de família e amigos, brindes e fotos de quem, minutos antes, tinha acabado de virar autor best-seller.

O reconhecimento institucional, um dia depois
No dia seguinte, 26 de agosto, a Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais recebeu, em audiência pública, autores de 15 títulos publicados pela Editora Lisboa, casa que já reuniu mais de três mil autores e coautores em quatro anos de atuação. Natália Soares foi uma das autoras condecoradas.
Na sua fala à comissão, ela resumiu o que a levou a coordenar a obra: escrever é deixar um pedaço da própria história para perpetuar conhecimento. A frase, dita a um colegiado legislativo e não a uma plateia de LinkedIn, tem peso diferente. Reconhecimento institucional não substitui resultado comercial, mas confirma que o projeto tem relevância além do canal onde ele nasceu.
assista aqui a homenagem: https://www.
O que fica para quem lidera negócio
Capital de Autoridade não é sobre RH. É sobre o que acontece quando uma empresa entende que pessoas são o ativo que decide se o negócio escala ou estagna, e decide agir com método em vez de discurso.
Ficam dois marcos concretos dessa semana. A prova comercial, com placa e ranking documentando que autoridade construída com método vende. E o reconhecimento formal de que essa autoridade tem lugar fora do LinkedIn, inclusive dentro de uma casa legislativa. Para os 20 autores e para Natália Soares, que assinou a curadoria de um projeto que corre no mercado e no discurso público ao mesmo tempo, os dois eventos da semana confirmam a mesma tese: reputação, quando bem construída, deixa de ser intangível e vira ativo que se mede.











